O Épico do Counter-Strike: da Lan House ao Multiverso Digital 💣 Ah, Counter-Strike... começou lá em 1999, como um modzinho do Half-Life, e acabou virando a religião não oficial das lan houses brasileiras. Milhões de adolescentes gritando “RUSHA B!” enquanto um primo gritava “TEM UM CAMPANDO NO FUNIL!”. Com o tempo, evoluiu: saiu do CS 1.6 com suas granadas quadradas e vozes robóticas, passou pelo Source (que ninguém sabia se amava ou odiava), chegou ao Global Offensive, onde todo mundo virou “investidor de skins” e aprendeu economia mais rápido que em qualquer curso. E agora, com o plataforma, a Valve decidiu mostrar que até a fumaça tem física — e que a granada é mais inteligente que muito jogador de matchmaking. No fim das contas, CS é mais que um jogo: é uma tradição, uma terapia, um grito de guerra entre amigos que ainda acreditam que, um dia, o servidor vai estar limpo de hackers. 🙏😂 Vida longa ao CS! Porque nenhuma bomba plantada no “B” jamais explodiu tanto quanto o nosso amor por esse clássico. 💥
IGN deu uma nota 5/10 pra campanha, a chamando de medíocre, porém há de se discordar veementemente; A campanha é simples porém é muito menos espalhafatosa, diferentemente de qualquer "Call of Duty", é uma história que não vai ganhar nenhum prêmio, mas é bem divertida principalmente pelo Gun-Play excepcional. É definitivamente uma história muito mais envolvente que a campanha do Battlefield 4, sendo no mínimo um 7/10 porque por mais que seja divertido não é incrível. O Multiplayer continua absurdamente caótico (o que é ótimo), e é absurdo ver as construções sendo demolidas forçadamente assim como em 2013. (Não falamos do Battlefield 2042) Em resumo o jogo tá um 9/10 o que falta é uma BOA otimização.